Sono

Dormir e acordar em horários parecidos está ligado a menor risco de demência

Homem idoso se espreguiça na cama com a luz da manhã entrando pela janela
Imagem ilustrativa gerada por inteligência artificial; não mostra participantes do estudo.

O que o estudo achou

O estudo usou dados de 82.391 adultos britânicos de 43 a 79 anos que usaram uma pulseira por uma semana para medir o sono. Eles foram acompanhados por cerca de oito anos. Quem tinha horários de sono mais regulares teve risco cerca de 26% menor de receber diagnóstico de demência do que quem tinha horários bagunçados. Dormir pouco, menos de 7 horas, esteve ligado a risco um pouco maior. A regularidade pareceu ajudar principalmente quem dormia pouco ou dormia muito.

O que isso significa na prática

Além de quantas horas você dorme, vale cuidar da rotina: deitar e levantar mais ou menos no mesmo horário, inclusive nos fins de semana. Se você ronca muito, acorda cansado ou tem insônia frequente, procure um médico. Evitar telas e cafeína perto da hora de deitar também pode ajudar a manter a rotina.

Limitações do estudo

É um estudo de observação, que não prova causa. O sono foi medido em apenas uma semana, e os participantes do UK Biobank costumam ser mais saudáveis que a média da população.

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Aviso importante: O Mais Anos resume estudos científicos de forma informativa. Não é aconselhamento médico, não faz diagnóstico e não promete cura. Converse sempre com seu médico antes de mudar tratamentos ou hábitos.

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